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Camellia

Música como plano de fundo (1)

 

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No outro dia conheci duas histórias que para além de terem a música como plano de fundo,  representam percursos onde esta teve grande importância e impacto. Hoje falo sobre uma delas, em breve falarei da segunda. 

 

 

 

"Begin Again" conta-nos a história de duas pessoas que se encontram enquanto enfrentam uma fase de crise. Greta (Keira Knightley) é uma compositora que acompanha o namorado (Adam Levine), um cantor em ascensão, até Nova Iorque. Passado algum tempo esta fica desamparada e desiludida após descobrir que foi traída. Dan (Mark Ruffalo), um produtor musical falido que para além de enfrentar uma situação de divórcio e uma relação distante com a filha, acaba de ser despedido. 

 

No fim de um dia (muito) mau, Dan encontra Greta a cantar num bar e depois de uma espécie de epifania apercebe-se do seu potencial, decidindo apostar na sua carreira. A partir daí dá-se o recomeço de uma nova fase muito positiva para ambos. Formam uma banda, actuam nos vários cantos da cidade inquieta  e percorrem um caminho de cumplicidade até  alcançarem o que procuravam. Não a fama, mas sim sentirem-se realizados naquilo que mais gostam de fazer, música !

 

Esta comédia romântica tem vários pontos a seu favor. A banda sonora é muito boa e não parte apenas do cantor Adam Levine. Através da personagem que interpreta, Keira Knightley revela um grande talento para a música. Têm de ouvir as músicas cantadas pela actriz, são fantásticas e ficam no ouvido! A história é deliciosa, original e  repleta de boas vibrações. A toda a frescura e boa disposição junta-se a profundidade das personagens que mantém o interesse e o encanto ao longo do filme.

 

Para além de podermos contar com o desempenho e o charme incontornável (na minha opinião) do actor Mark Ruffalo, Keira Knightley está fantástica. Adorei esta interpretação,  está super expressiva e carismática.  Um papel muito cativante e diferente do que já havia feito!

 

Existem momentos preciosos, como aquele em que Greta e Dan caminham pela grande cidade a ouvir música, exaltanto a cumplicidade entre ambos e o grande elo que os uniu.

Adam Levine, para além do seu potencial óbvio para a música, revela um desempenho que encaixa perfeitamente no desenrolar da história.

 

Ao acabar de escrever só me apetece rever este filme! Aconselho vivamente!

 

 

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